Weg – Relatório Reservado

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Empresa

WEG amplia investimentos no Peru de olho na mineração

20/08/2026
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A WEG está aumentando sua aposta no Peru. Uma das raras multinacionais brasileiras, a empresa prepara a expansão de seu centro logístico em Ate, na região de Lima, praticamente dobrando a área atual, de cerca de 3,5 mil metros quadrados. O projeto responde à forte aceleração dos negócios: a subsidiária peruana trabalha com crescimento superior a 20% em 2026. A mineração, principal vetor da operação local, está por trás da decisão. A WEG está se posicionando para capturar uma nova rodada de investimentos no setor. O Peru tem uma carteira de projetos minerais de aproximadamente US$ 64 bilhões, com o cobre respondendo pela maior parcela dos investimentos previstos.

A WEG já detém mais de 38% do mercado peruano de motores elétricos de baixa tensão e pretende aproveitar essa posição para aumentar a venda de equipamentos de maior valor agregado. Além de motores, a WEG fornece transformadores, redutores, variadores de velocidade e sistemas de automação às mineradoras. A expansão do centro de Ate permitirá elevar os estoques locais e, sobretudo, reduzir o tempo de entrega, variável particularmente sensível em uma atividade na qual equipamentos parados significam perda imediata de produção.

#Weg

Destaque

WEG redesenha produção para reduzir impacto do tarifaço de Trump

28/07/2026
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A WEG – uma das empresas brasileiras com maior inserção no mercado externo e louvável herói da resistência da desindustrialização do país – avalia um redesenho de sua engrenagem industrial e comercial para reduzir os efeitos do novo tarifaço norte-americano. Segundo informações que circulam no mercado, a direção da empresa discute uma combinação entre transferência de produção, regionalização da cadeia de fornecedores, reajustes de preços e mudanças no perfil das exportações. O desafio é preservar o crescimento nos Estados Unidos. O principal movimento em análise é a substituição de parte das exportações brasileiras pelo aumento da produção local. A companhia já fabrica motores, transformadores e outros equipamentos elétricos em território norte-americano e vem ampliando sua capacidade industrial no país. O movimento é especialmente importante nas áreas de transmissão de energia, óleo e gás e data centers, mercados nos quais a WEG registra demanda elevada e disputa encomendas de maior valor agregado. A produção brasileira continuará servindo aos Estados Unidos, mas tenderia a concentrar-se em equipamentos mais sofisticados, com margens capazes de absorver uma parcela maior do custo adicional. Procurada pelo RR, a WEG não se manifestou até o fechamento desta matéria.
A regionalização da cadeia de suprimentos aparece como outra ação sobre a mesa. Parte dos componentes atualmente enviados do Brasil poderá ser substituída por peças adquiridas nos Estados Unidos, no México ou em outros países da região. Além de reduzir despesas logísticas, a medida elevaria o conteúdo norte-americano dos equipamentos e diminuiria a exposição da empresa a futuras alterações nas regras comerciais. O México ocupa posição central nessa estratégia. A WEG possui unidades industriais no país e pode utilizá-las como plataforma para abastecer o mercado norte-americano. Os produtos que cumprirem as regras de origem do acordo comercial entre Estados Unidos, México e Canadá podem receber tratamento aduaneiro mais favorável. A operação, contudo, exige transformação industrial efetiva no México. A simples passagem da mercadoria brasileira pelo país não modifica sua origem nem elimina a cobrança.
De acordo com informações apuradas pelo RR, a diretoria também avalia mudanças no mix exportado pelo Brasil. Motores padronizados e equipamentos de menor valor são mais sensíveis à tarifa, pois enfrentam concorrência por preço e oferecem menor espaço para repasses. As medidas vêm no rastro do novo tsunami tarifário do governo Trump.  Desde 22 de julho, uma sobretaxa de 25% passou a alcançar uma ampla relação de mercadorias brasileiras, entre elas máquinas e equipamentos. Dois dias depois, entrou em vigor uma cobrança adicional de 12,5%, justificada pelo governo norte-americano por supostas falhas no combate ao uso de trabalho forçado nas cadeias produtivas. Conforme a classificação aduaneira e as exceções aplicáveis, motores, geradores, transformadores e sistemas elétricos produzidos no Brasil podem enfrentar uma sobretaxa combinada de até 37,5%, além do imposto regular de importação.
Em tempo: o mercado parece já precificar que a WEG terá sucesso em sua estratégia para amortecer o impacto da fúria tarifária de Donald Trump. Na semana passada, a ação da companhia chegou a subir 10% em um único pregão após a divulgação dos resultados do segundo trimestre. A reação, ressalte-se, ocorreu mesmo com a queda de 2,1% do lucro líquido, para aproximadamente R$ 1,56 bilhão. Os investidores concentraram-se na recuperação das operações brasileiras, na rentabilidade acima das expectativas e na capacidade da empresa de preservar seu ciclo de expansão internacional.

#Weg

Mineração

Os passos de Eike Batista em seu regresso ao ouro

27/07/2026
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O empresário Eike Batista parece crer piamente no texto original em Gênesis 3:19, que diz que o ser humano foi feito de pó e ao pó retornará. Batista começou com o ouro e a ele quer voltar. O remake da volta à exploração e à comercialização da “relíquia bárbara”, conforme a famosa crítica aplicada pelo economista John Maynard Keynes ao padrão-ouro monetário, é um projeto que passa por uma coleção extensa de alvarás de pesquisa e decretos de lavra, entre outros documentos e resoluções de ordem legal e burocrática, colhidos pacientemente e com diligência. Digamos que o empresário se preparou para isso. É claro que Batista não volta ao business pelo garimpo. Não é mais jovem para pular de paraquedas e tomar tiro de espingarda nas costas. A operação seria toda mecanizada, com o que há na fronteira para a extração do metal.

Mas quem colocaria dinheiro em mais um dos controversos negócios de Batista? Na Bolsa de Toronto, onde começou tudo, não haveria mais as condições de outrora para a captação dos mega recursos necessários para colocar um projeto aurífero no nível dos maiores do mundo – Batista nunca pensou de forma modesta. Pois bem, o empresário tem se aproximado, com seu raro poder de sedução e venda, dos fundos árabes, principalmente do Mubadala – com o qual já tem um projeto meio megalomaníaco de plantio de uma super cana no Brasil, que permitiria uma produtividade nunca dantes alcançada no planeta. Batista sabe que os árabes foram e são fãs ardorosos do vil metal, conceito usado por grandes escritores, como William Shakespeare e Leon Tolstói, para mostrar como a riqueza muda o comportamento humano. Eles amam o ouro e ainda têm as stablecoins e outras geringonças de meios de pagamento vindo em uma segunda prateleira na sua concepção de riqueza física, verdadeira, concreta.

Batista já declarou que pretende voltar ao ouro. Não é novidade. Só não disse a escala, nem quem são os investidores. Que o Brasil tem ouro, todo mundo sabe. O país ocupa a primeira posição na América Latina, segundo levantamento do World Gold Council, de 2026. É possível, aliás provável, que Eike saiba mais do que a entidade internacional. Não seria novidade. Nos idos dos anos 80, juntamente com o finado empresário Olavo Monteiro de Carvalho, à época um potentado que dividia seus negócios como acionista da Volkswagen Brasil, monopólio da produção de vidro e um dos donos da petroquímica Oxiteno, fundou a TVX, sociedade constituída para exploração do metal na Amazônia e no Amapá. A TVX só faltava adivinhar onde tinha o metal.  A empresa logo se notabilizou por ser um mega manancial de ouro, alcançando de forma relâmpago a posição de blue chip na bolsa de valores. Nesse ponto, não custa um dedinho de explicação. O engenheiro Eliezer Batista, ex-presidente da Vale do Rio Doce e pai de Eike, era membro do Conselho do Grupo Monteiro Aranha, holding dos Monteiro de Carvalho. Não é improvável que o pai de Eike, após deixar a companhia, tenha assessorado o filho em relação a localização das reservas auríferas.

Tratava-se de garimpos, e não de jazidas, é bem verdade. Mas Eike farejava o ouro como “os labradores cheiram trufas”, segundo uma das suas expressões prediletas. Mas isso não muda nada. Eike nadou em ouro. E fez do metal o lastro para sua imensa fortuna, perdida posteriormente, conforme se sabe – curiosamente com o “ouro negro”, ou seja, o petróleo. Para o Brasil seria bom que Eike se levantasse novamente de forma grandiosa. O empresário sempre se dedicou a projetos em economia física, notadamente em infraestrutura, e deixou como legado um dos maiores portos do Brasil, localizado no Açu, no Rio de Janeiro. Como ele sempre diz, “só faço projetos grandiosos, no setor real e de longo prazo”. Esses empreendimentos estruturantes estão faltando mais do que ouro para o país.

Em tempo: o mercado parece já precificar o êxito da WEG na execução dessas medidas e na redução dos efeitos das sobretaxas norte-americanas. Na semana passada, as ações da companhia chegaram a avançar quase 10% após a divulgação do balanço do segundo trimestre, mesmo com a queda de 2,1% do lucro líquido, para R$ 1,56 bilhão. A reação indica que os investidores deram mais peso à resiliência das margens, ao crescimento das vendas na América do Norte e à capacidade da empresa de reorganizar sua produção global do que ao impacto imediato do tarifaço. A valorização sugere uma aposta de que a WEG conseguirá transferir parte da fabricação para os Estados Unidos e o México, regionalizar fornecedores e preservar sua competitividade no maior mercado externo da companhia. No atual cenário, é uma proeza.

#Eike Batista #Mubadala #Weg

Empresa

WEG tenta desviar do bombardeio tarifário de Trump

19/06/2026
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O presidente da WEG, Alberto Kuba, tem mantido intensa interlocução com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. As conversas passam pela estratégia de negociação do governo Lula com Washington e pelo pleito de medidas compensatórias, capazes de mitigar o impacto da nova tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A mobilização da WEG é proporcional ao estrago que o tarifaço reloaded de Trump pode causar em seus negócios. Caso nada mude, a fabricante de motores será uma das empresas mais duramente afetadas pela decisão do governo norte-americano. Cerca de 25% da produção da WEG no Brasil são destinados aos Estados Unidos.

O segmento de motores industriais já é atingido pela Seção 122 do Trade Act, de 1974, mecanismo que permite ao presidente dos Estados Unidos impor tarifas emergenciais para proteger a economia doméstica. O temor da companhia é uma eventual escalada para medidas enquadradas na Seção 301, instrumento muito mais agressivo, utilizado por Washington para retaliar países acusados de práticas comerciais consideradas desleais. Foi justamente esse dispositivo que serviu de base para boa parte das tarifas impostas por Donald Trump contra a China durante a guerra comercial. Nesse cenário, os custos de acesso ao mercado americano poderiam aumentar significativamente para fabricantes estrangeiros de equipamentos industriais. Mais preocupante ainda para a WEG é o avanço das investigações conduzidas pelos Estados Unidos com base na Seção 232. O dispositivo autoriza o governo americano a impor tarifas ou restrições comerciais sobre produtos considerados estratégicos para a segurança nacional. Foi essa mesma base legal utilizada por Donald Trump para sobretaxar as importações de aço e alumínio em seu primeiro mandato. 

A WEG se consolidou como uma fornecedora relevante de motores elétricos, transformadores, sistemas de automação, equipamentos para transmissão de energia e soluções ligadas à eletrificação e à transição energética. Trata-se justamente de setores que estão no centro da política de reindustrialização americana.  As novas tarifas atingem em cheio produtos industriais de maior valor agregado. Diferentemente de commodities agrícolas ou minerais, que podem encontrar mercados alternativos com relativa rapidez, equipamentos industriais exigem cadeias comerciais, certificações e relacionamentos construídos ao longo de anos. O momento é particularmente delicado para a WEG. Em 2025, a companhia registrou receita trimestral superior a R$ 10 bilhões e lucro líquido de R$ 1,59 bilhão, sustentada principalmente pela forte demanda global por infraestrutura elétrica, transmissão de energia, data centers e projetos ligados à inteligência artificial. Grande parte desse ciclo de investimentos está concentrada justamente nos Estados Unidos. Consultada pelo RR, a WEG não se manifestou.

#Donald Trump #Weg

Empresa

WEG tem sua própria química para mitigar efeitos do tarifaço

13/11/2025
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Mesmo com a aproximação entre Lula e Donald Trump, a WEG não parece disposta a pagar para ver. Além da já anunciada transferência de investimentos do Brasil para o México, a empresa está prospectando possibilidades de aquisição de fabricantes de motores elétricos e transformadores nos Estados Unidos. Ao contrário do Brasil, trata-se de um mercado bastante fragmentado, com mais de 6,5 mil empresas. No segmento de motores elétricos, por exemplo, são mais de cinco mil fabricantes, uma boa parte deles com redes de distribuição em diversos estados. É justamente o que a WEG procura para driblar o impacto do tarifaço de 50% aplicado pelos Estados Unidos sobre uma miríade de produtos brasileiros, entre os quais transformadores.
O balanço do quarto trimestre deverá trazer as primeiras sequelas da sobretaxa para as exportações da WEG do Brasil para os Estados Unidos. Aproximadamente 10% da receita total da empresa são provenientes das vendas daqui para o mercado norte-americano. Nesse contexto, o remanejamento da cadeia de produção para o México e, sobretudo, para os Estados Unidos tornou-se uma medida relevante para a WEG. Até porque ainda não há qualquer resultado concreto da química entre Lula Trump. Procurada pelo RR, a empresa não se manifestou.

#Weg

Empresa

WEG põe eletricidade no projeto de internacionalização da Tupi Mob

28/10/2025
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A entrada da WEG Motores no capital da Tupinambá Energia vai representar o passaporte da companhia para o exterior. A empresa, mais conhecida como Tupi Mob, tem planos de entrar em outros países da América do Sul, a começar por Argentina, Colômbia e Chile, o que deve ocorrer no primeiro semestre de 2026. Há também estudos de mercado para atuar na Europa. A Tupi Mob desenvolve softwares e serviços para gestão de redes de recarga de veículos elétricos. Ao comprar a participação da Raízen, por R$ 38 milhões, e assumir o controle acionário, com 54%, a WEG devolveu à startup o que ela já não tinha mais: um sócio disposto a aportar recursos. Em notória crise financeira, há muito que a joint venture entre Cosan e Shell já tinha parado de colocar dinheiro na Tupi Mob. Do seu lado, a WEG avança no projeto de verticalização dos seus negócios em mobilidade urbana e veículos elétricos.

#Weg

Destaque

WEG e Embraer despontam na linha de frente da “Nova BNDESPar”

26/06/2025
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A “Nova BNDESPar”, que disponibilizará R$ 10 bilhões para o financiamento de “empresas” maduras, conforme anunciado pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, já tem duas companhias na mira: WEG e Embraer. Em uma analogia com o Mundial de Clubes, ambas são vistas dentro do banco como o PSG e o Bayern das corporações nacionais. Ou seja: duas potências.

Em uma segunda prateleira na tabela de classificação, também no radar da agência de fomento, estão as primas-irmãs Raízen e Cosan, que têm a onipresença de Rubens Ometto no seu controle. Usando-se o mesmo paralelo, são, neste momento, algo como Flamengo e Botafogo. No caso da Embraer, ressalte-se, a BNDESPar já tem uma participação no capital, de 5,37%.

Os critérios serão diferentes dos adotados pelo braço de participações do BNDES em outro momento da história, que, por exemplo, levaram a JBS a se transformar no grande conglomerado da cadeia de proteína. O grupo dos irmãos Batista é essencialmente um produtor de commodities. Mercadante quer que os investimentos do BNDESpar sejam focados em empresas que reúnam conjuntamente os seguintes atributos: atuem no setor industrial; sejam corporações globais; estejam ligadas direta ou indiretamente à atividade exportadora; e tenham uma pegada ambiental.

Mercadante tem outras preocupações para além dos parâmetros de escolha das companhias beneficiadas: montar um sistema de auditoria dos empréstimos à prova do modelo toma lá dá cá de outros tempos, do qual a própria JBS é o maior símbolo. Qualquer semelhança com o passado seria um prato cheio para a oposição. Não que o grupo dos Batista não tenha dado certo, tornando-se a maior companhia do seu setor – em parte devido ao dinheiro maculado do BNDES.

Mas a associação acabou arrastando a BNDESPar, involuntariamente, para um território marcado por práticas de corrupção. A JBS tornou-se um dos símbolos da Lava Jato.

No caso da “Nova BNDESPar”, as próprias empresas que deverão ser escolhidas já funcionam, por si mesmo, como um hedge natural contra suspeições. WEG e Embraer, por exemplo, são companhias sobre as quais nunca pairaram qualquer acusação de más práticas.

O apoio à indústria tem ainda outra função: cumpre a promessa de Lula de que seu governo seria marcado pela reindustrialização. Passados dois anos e meio de mandato, a gestão lulista corre atrás do prejuízo naquele que deveria ser o setor mais dinâmico da economia. Bem, antes tarde do que nunca.

 

#Embraer #Weg

Empresa

Novo CEO da WEG desenha projeto de expansão no exterior

11/04/2024
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O RR apurou que o novo CEO da WEG, Alberto Kuba, já trabalha em um plano de expansão do parque fabril no exterior que deverá será levado ao Conselho ainda neste semestre. Parte expressiva dos investimentos será focada em duas áreas: automação e eletrificação de frotas. De acordo com uma fonte próxima à empresa, a WEG trabalha com a meta de chegar ao fim de 2025 com aproximadamente 60% das suas receitas provenientes das operações internacionais – hoje, a proporção é de 50 a 50 entre o mercado interno e externo. Kuba é visto dentro da WEG como o executivo certo para a missão. Nos últimos anos, foi sendo gradativamente preparado para a tarefa, ao passar pelas operações da companhia na América do Norte, Europa e Ásia. O RR entrou em contato com a WEG, mas a empresa não se manifestou.

#Alberto Kuba #Weg

Empresa

Fabricação de motores elétricos na China é o novo alvo da WEG

29/02/2024
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O futuro presidente da WEG, Alberto Yoshikazu Kuba, assumirá o cargo, no dia 1º de abril, com um grande projeto à sua frente: iniciar a produção de baterias e motores elétricos para veículos na China. Não começará do zero. A empresa já avançou alguns quilômetros nessa direção, inclusive com o acordo de exclusividade para o fornecimento de carregadores elétricos à montadora chinesa Great Wall Motors no Brasil. Na paralela, segundo o RR apurou, há conversas com o BNDES para o financiamento de pesquisas e desenvolvimento de produtos que poderão ser replicados no exterior. Ressalte-se que recentemente o banco de fomento liberou R$ 118 milhões para o plano de inovação da Weg. De onde saiu esse dinheiro, tem mais. E é merecidíssimo: a Weg é uma das campeãs em P&D no Brasil e um raríssimo case de sucesso da indústria nacional no exterior.

#BNDES #Weg

Empresa

China entra no mapa da transição energética da WEG

8/08/2023
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A WEG avança a passos largos na transição energética – tanto no Brasil quando no exterior. A empresa pretende produzir equipamentos de energia solar na China, onde já tem quatro parques fabris. O projeto, ainda guardado a sete chaves, prevê a possibilidade de parceria com um fabricante local. O segmento de energia limpa está no topo das prioridades da WEG, uma das empresas que mais investe em inovação no Brasil. Dentro da companhia, contabilizando-se as unidades no exterior, há uma tropa de mais de quatro mil engenheiros craneando novas soluções em transição energética. São 32 centros de pesquisa e desenvolvimento em todo o mundo, 21 deles no exterior. A WEG já produz instalações fotovoltaicas no Brasil, com foco no segmento residencial e comercial. Os negócios de geração, transmissão e distribuição de energia já respondem por quase 40% do faturamento global do grupo, que, neste ano, deve romper a barreira dos R$ 30 bilhões. Consultada, a empresa não se manifestou. 

#China #transição energética #Weg

Empresa

Weg pega carona na Great Wall para crescer no mercado chinês

5/06/2023
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A Weg Motores e a montadora Great Wall Motors (GWM) negociam a possibilidade de replicar na China a parceria firmada no Brasil. Ou seja: a companhia brasileira passaria a fornecer equipamentos de recarga para os carros elétricos produzidos pela GWM no país asiático. O acordo representaria um considerável salto na operação da Weg na China, onde já tem quatro parques fabris. Ao pegar carona com a Great Wall, a multinacional brasileira poderá montar uma posição estratégica no maior mercado de veículos elétricos do mundo. Somente no primeiro trimestre, mais de 1,5 milhão de carros movidos a eletricidade foram emplacados na China, o equivalente a 59% de todas as vendas globais no mesmo período. O RR entrou em contato com a Weg, mas a empresa não quis se pronunciar.

#Weg

Empresa

Weg quer produzir motores para carros elétricos na China

4/05/2023
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O plano da WEG de construir uma fábrica de baterias elétricas para veículos em Jaraguá do Sul (SC) é só o aquecimento. A empresa pretende fazer do projeto uma espécie de test driver para avançar na “eletrificação” de sua operação internacional, a começar pela Ásia. Segundo o RR apurou, a WEG pretende produzir baterias e sistemas de armazenamento de energia na China, onde já tem quatro fábricas. O país asiático é uma peça vital na estratégia da WEG de acompanhar a transição energética da indústria automobilística: trata-se do país que mais vende carros elétricos no mundo. No ano passado, foram quase seis milhões de automóveis, um aumento de 83% em relação a 2021.  

#Weg

Acervo RR

Propulsão

13/09/2022
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A WEG está em busca de ativos na Europa, notadamente fabricantes de motores de baixa voltagem. A demanda por esse equipamento tende a crescer com o aumento do custo energético na região. A WEG, ressalte-se, já tem sete fábricas na Europa.

#Weg

Weg rumo ao Canadá

28/06/2022
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A Weg prepara o terreno para entrar no Canadá. A fabricante de motores é uma rara multinacional brasileira para valer: tem negócios em 34 países.

#Weg

Mais potência

2/12/2021
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O 2022 da WEG promete ser melhor do que 2021. A companhia pretende investir mais de R$ 1 bilhão, acima da marca de R$ 800 milhões prevista para este ano. Procurada, a WEG informou que “no momento oportuno o planejamento oficial para 2022 será divulgado de forma oficial”.

#Weg

A pleno vapor

28/07/2021
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A Weg, que já tem duas unidades de produção no México, estaria negociando a compra de mais uma fábrica de motores industriais no país.

#Weg

E o vento levou o contrato da Weg

27/06/2017
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O cancelamento dos projetos de energia eólica de Furnas doeu no bolso dos controladores da Weg. A empresa estava prestes a assinar contrato com a subsidiária da Eletrobras para o fornecimento de 160 geradores em 2018 e 2019, ao valor de R$ 1,6 bilhão. O pior: a Weg não trata o episódio como fato isolado. Já trabalha em um plano de contingência para o esperado aumento da sua capacidade ociosa. O Brasil tem hoje um excesso de energia – resultado da economia em frangalhos. No setor, já se dá como certo, inclusive, que a Aneel ficará por um bom tempo sem realizar novos leilões de energia eólica.

#Aneel #Furnas #Weg

Perda de caloria

28/04/2017
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O Milestones, uma espécie de “familly asset” dos controladores da Weg, estaria reduzindo sua participação na BRF. Por uma dessas coincidências da vida, o vice-presidente do Conselho da Weg é Nildemar Secches, ex-n° 1 da Perdigão, que foi defenestrado da BRF por Abilio Diniz.

#BRF #Weg

Um combustível para a Weg

14/03/2017
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A Weg já faz planos de aumentar a produção na esteira do novo pacote de concessões de infraestrutura anunciado pelo governo na semana passada. Somente os 35 projetos na área de transmissão de energia vão demandar cerca de R$ 12,8 bilhões em investimentos, a maior parte do bolo para a compra de equipamentos.

#Weg

Acervo RR

Turbinada

15/07/2015
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A Weg deverá anunciar em breve a instalação de uma fábrica de turbinas para usinas eólicas no Nordeste.

#Weg

Turbinada

15/07/2015
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A Weg deverá anunciar em breve a instalação de uma fábrica de turbinas para usinas eólicas no Nordeste.

#Weg

Coerência

25/06/2015
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São tempos de contração na Weg Motores, tanto na física quanto na jurídica. No ano em que três de seus acionistas, Eggon João da Silva, Lilian Werninghaus e Werner Ricardo Voigt, deixaram a lista de bilionários da Forbes, a empresa estaria cortando cerca de 20% do plano de investimentos para 2015, originalmente de R$ 500 milhões.

#Weg

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