Tag: Tigre
Real estate
Grandes fundos imobiliários rondam projeto de controladores da Tigre
29/07/2026- [addtoany]
Corre à boca miúda no mercado de real estate que a CRH, holding da família Hansen, controladora da Tigre, já foi abordada por dois grandes fundos imobiliários interessados em se associar ao projeto Cidade das Águas, em Joinville. Erguido em uma antiga área industrial da fabricante de tubos e conexões, o empreendimento prevê a transformação de aproximadamente 250 mil metros quadrados em um bairro planejado de uso misto. O projeto reúne edifícios residenciais, torre corporativa, centro médico, escola, comércio a céu aberto, parques, praças e áreas de convivência. O investimento total estimado chega a R$ 2,5 bilhões, com Valor Geral de Vendas (VGV) projetado de R$ 7,2 bilhões ao longo de 20 anos. A expectativa é que o bairro receba aproximadamente 15 mil moradores quando estiver integralmente implantado. O interesse dos fundos está ligado à possibilidade de participação nos empreendimentos destinados à locação, entre eles o edifício corporativo e os espaços destinados a lojas, restaurantes e serviços. A etapa inicial do projeto registrou vendas de aproximadamente R$ 165 milhões em apenas 12 horas e alcançou R$ 315 milhões em três semanas.
Foto: Projeto Cidade das Águas
Empresa
Advent quer uma Tigre com dentes de sabre
2/09/2024- [addtoany]
O Advent, dono de 25% da Tigre, tem defendido internamente que a empresa cresça por meio de aquisições. Os norte-americanos, inclusive, repetem e “re-repetem” o nome de uma importante fabricante de tubos e conexões do país como um alvo em potencial. A gestora é entusiasta também da diversificação do portfólio da companhia. É muito provável que o Advent já esteja pensando lá na frente, ou seja, queira engordar o gado de olho na venda da sua participação. Em tempo: todas as considerações do sócio financeiro, diga-se de passagem, são bem acolhidas pela família Olsen, controladora da Tigre.
Empresa
Advent quer ver a Tigre devorando novos negócios
5/07/2024- [addtoany]
Dono de 25% da Tigre, o Advent seria um entusiasta da ampliação do arco de negócios da companhia. O que se fala aqui e ali no setor é que os norte-americanos têm estimulado dentro do Conselho investimentos vinculados à tecnologia, notadamente soluções em tratamento de água e esgoto – área não muito distante do core business da maior fabricante de tubos e conexões do Brasil. Até porque não há, neste momento, possibilidade de grandes saltos nesse setor por meio de aquisições. De um lado, está a multinacional mexicana Amanco Wavin; do outro, a Corr Plastik, que, até prova em contrário, se apresenta como uma consolidadora. O Advent quer aumentar a massa crítica da Tigre já olhando lá para a frente, ou seja, no processo de desinvestimento da empresa. Não é para já. Mas essa hora vai chegar.
Empresa
Abertura de capital divide acionistas da Tigre
9/04/2024- [addtoany]
Há uma conexão que não está muito bem encaixada na Tigre: o Advent, dono de 25% do capital, quer o IPO da empresa; a família Olsen, acionista controladora, não.
Mercado
Ninguém quer mais o IPO da Tigre do que o Advent
19/02/2024- [addtoany]
O RR apurou que a Tigre, fabricante de tubos e conexões, retomou os planos de IPO. “Tigre” é força de expressão. Quem realmente está empurrando a empresa para a Bolsa é o fundo Advent, dono de 25% do capital.
Mercado
Tigre afia as garras para entrar na bolsa
28/08/2023- [addtoany]
A Tigre vai abrir o capital. Segundo o RR apurou, os sócios da companhia – a família Olsen e o Advent – já estão alinhavando os termos do IPO. A ideia é que a oferta de ações ocorra no primeiro trimestre de 2024. Os acionistas da Tigre trabalham com uma estimativa de valuation acima de R$ 7 bilhões. Para efeito de comparação, em fevereiro de 2022, o Advent pagou cerca de R$ 1,35 bilhão por 25% do capital. Ou seja: a empresa foi precificada em R$ 5,4 bilhões. Ressalte-se que os indicadores mais recentes da Tigre não são exatamente os mais alvissareiros. No primeiro semestre, a maior fabricante de tubos e conexões do país teve uma queda de receita da ordem 15% no comparativo com o mesmo período em 2022. No mesmo intervalo, o seu Ebitda recuou 33% – de R$ 525 milhões para R$ 349 milhões.
Empresa
Está faltando conexão entre os acionistas da Tigre
29/03/2023- [addtoany]
Há uma certa dissintonia entre a família Olsen, controladora da Tigre, e o Advent, dono de 25% da empresa. O que se diz no mercado é que a gestora norte-americana quer o IPO da fabricante de tubos e conexões. Já os acionistas controladores resistem à oferta de ações, o que, na prática, significaria abrir mão de mais um pedaço da empresa.
Negócios
Corr Plastik gasta os tubos para reduzir distância da Amanco e da Tigre
5/01/2023- [addtoany]
Cobiçada por concorrentes de maior porte e fundos internacionais, a Corr Plastik não apenas resiste às investidas como vai partir para um plano de aquisições. A empresa está vasculhando o setor com o objetivo de comprar fabricantes de tubos e conexões regionais. Com faturamento anual próximo de R$ 1,5 bilhão, a Corr Plastik quer adquirir market share antes que as líderes do setor, Amanco e Tigre, o façam. Mais de 30% do segmento estão pulverizados entre empresas de pequeno e médio porte. São presas à espera de um predador.
Negócios
Advent quer levar Tigre para a Bolsa
30/11/2022- [addtoany]
Quase duas décadas após fechar o capital, a Tigre pode fazer o caminho contrário. A empresa avalia a hipótese de um IPO. Em agosto do ano passado, a fabricante de tubos e conexões da família Olsen pediu registro de companhia aberta na CVM, não exatamente para uma oferta de ações, mas, sim, na categoria B, que permite a emissão de títulos de dívida, como debêntures. De lá para cá, o Advent entrou em cena. A gestora norte-americana, que, em fevereiro deste ano desembolsou R$ 1,3 bilhão por 25% do capital, é a principal voz favorável ao IPO. Desde já, ao que tudo indica, quer deixar uma janela aberta para o futuro, leia-se o momento de reduzir ou mesmo se desfazer da sua participação na empresa.
Acervo RR
Tigre asiático
18/04/2022- [addtoany]
O RR apurou que a Tigre planeja entrar na China. De acordo com a fonte da newsletter, o projeto passa pela aquisição de uma fabricante local de tubos e conexões. A empresa mira não apenas o consumo chinês, mas a possibilidade de acessar outros mercados asiáticos. O investimento deverá ser o primeiro grande movimento após a chegada do Advent na companhia catarinense. Em fevereiro, os norte-americanos compraram 25% do capital por R$ 1,35 bilhão. A Tigre, ressalte-se, é um caso raro de empresa brasileira multinacional à vera: são 14 fábricas em nove países. No ano passado, fez um de seus principais movimentos no exterior: comprou a Dura Plastic, maior fabricante de componentes de PVC dos Estados Unidos. Procurada, a companhia não quis se pronunciar.
Donos do pedaço
7/04/2022- [addtoany]
A Pavco, uma das maiores fabricantes de tubos e conexões da Colômbia, estaria preparando seu desembarque no Brasil. Terá pela frente a tarefa difícil de concorrer contra Tigre e Amanco, que dominam mais de 80% do mercado.
Garras afiadas
4/11/2021- [addtoany]
Informação de cocheira: a Tigre, que já é uma das cinco maiores fabricantes de tubos e conexões dos Estados Unidos, tem planos de entrar no mercado mexicano.
Cão e gato
13/01/2017- [addtoany]
A mexicana Amanco, conhecida por seus tubos e conexões, está decidida a diversificar seus negócios no Brasil e entrar no ramo de louças e metais sanitários. A semelhança não é mera coincidência: não faz nem três meses que a Tigre, sua maior concorrente, anunciou o desembarque no segmento com a compra da Fabrimar.
Duratex tem um espaço reservado para os tubos da Tigre
18/09/2015- [addtoany]
O Itaú é o artífice de uma operação que poderá dar origem ao maior fabricante integrado de materiais de construção do país. Existem indícios de que o banco estaria em negociações com a família Hansen para a compra do controle da Tigre, líder do mercado brasileiro de tubos e conexões de PVC. A aquisição se daria por meio da Duratex, braço industrial da holding Itaúsa e controladora da Deca. Ao atarraxar todos estes canos numa só estrutura societária, os Setubal consolidariam um conglomerado industrial com faturamento da ordem de R$ 8 bilhões ao ano. O novo grupo seria líder absoluto em três segmentos da indústria de materiais de construção no país, com um terço das vendas de louças e metais sanitários, 40% de share na área de pisos e painéis de madeira e mais de 50% do mercado de tubos e conexões. A aquisição da Tigre é um desejo antigo do Itaú. A primeira investida se deu há cerca de três anos, mas as conversas não progrediram. Desta vez, há fortes indícios de que o desfecho será diferente. Em abril, Felipe Hansen, neto do fundador da Tigre, João Hansen Junior, ascendeu à presidência do Conselho de Administração. Desde então, a companhia teria mergulhado em um processo de reestruturação, cujo objetivo seria arrumar a casa para o futuro proprietário. Hansen está limpando antigos “passivos” da empresa. Segundo o RR apurou, a Tigre estaria demitindo vários funcionários com mais de 20 anos de casa. Ao mesmo tempo, o presidente executivo, Otto Von Sothen, vem implantando novas políticas de gestão e de meritocracia trazidas do setor financeiro. Outro sinal de que há algo maior prestes a acontecer na companhia. A família Hansen batizou de CRH o condomínio empresarial onde está localizada a matriz da fabricante de tubos. A medida denota uma preocupação em desvincular o empreendimento, que abriga outras empresas, da marca Tigre. Caberia ao Itaú/Duratex a missão de recuperar o elã da Tigre, que já rugiu bem mais alto no mercado brasileiro. Não obstante manter a liderança histórica do setor, o felino catarinense perdeu uma parcela expressiva do seu território – a companhia chegou a controlar quase 80% das vendas de tubos e conexões de PVC no país. A primeiríssima tarefa da Duratex seria frear a ascensão da Amanco. Em uma década, a multinacional de origem mexicana conquistou mais de 30% de share, seja por meio de uma agressiva política de aquisições de empresas de pequeno e médio porte, seja tirando mercado da própria Tigre. * A Tigre e a Dutarex não nos retornaram.