Categoria: E-commerce
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E-commerce
TikTok faz “simulado” para a sua primeira Black Friday no Brasil
11/11/2025- [addtoany]
O TikTok Shop vai aproveitar a data de hoje – o 11.11, “O Dia dos Solteiros”, que tradicionalmente marca grandes promoções no varejo chinês – para iniciar uma operação-teste no Brasil. Mais do que uma rodada de descontos, a ação funcionará como um ensaio técnico para a Black Friday, marcada para o fim do mês. Vale todo cuidado. Esta será a primeira Black Friday da rede social chinesa atuando com seu e-commerce no país. O TikTok Shop pretende testar, em escala real, suas ferramentas de compra e de pagamento, além de calibrar sistemas de logística, prazos de entrega e atendimento pós-venda. A meta é garantir que a infraestrutura suporte o alto volume de transações esperado no fim do mês. Nesse primeiro movimento, o TikTok Shop concentrará promoções em categorias de alto giro — eletrônicos, moda e cosméticos —, com cupons e transmissões ao vivo comandadas por influenciadores. O desempenho dessa operação-piloto servirá como termômetro para ajustes na interface de checkout, integração com vendedores e algoritmos de recomendação. Desde o início de 2025, o TikTok vem intensificando sua presença no e-commerce brasileiro, em disputa direta com Shopee, Mercado Livre e Shein. A estratégia segue o modelo chinês de “shoppertainment”, que mistura entretenimento e compras em tempo real. Segundo fontes do setor, a operação de hoje será acompanhada por equipes de engenharia e dados da matriz asiática, responsáveis por monitorar cada etapa do fluxo de pedidos.
E-commerce
Investigações contra plataformas chinesas acendem alerta no Cade
10/09/2025- [addtoany]
O Cade acompanha com particular interesse a ofensiva da autoridade antitruste chinesa contra grandes conglomerados locais de e-commerce. Entre os integrantes do Conselho, há, inclusive, vozes favoráveis a um acordo de operação com o congênere no país asiático, o State Administration for Market Regulation (SAMR). O “Cade”chinês está fechando o cerco especialmente ao Alibaba, dona da Aliexpress, à Meituan, prestes a iniciar suas operações no mercado brasileiro de delivery, e à JD. O trio, que fatura mais de US$ 320 bilhões por ano, é suspeito de práticas anticompetitivas, entre as quais uma política agressiva de descontos que estaria asfixiando concorrentes. Ressalte-se que, em 2021, o SAMR aplicou uma multa de US$ 478 milhões na Meituan – o equivalente a 3% do seu faturamento no ano anterior – por impor acordos de exclusividade a parceiros comerciais. Entre os conselheiros do Cade, há uma preocupação especial com o risco de “importação” de determinadas práticas para o mercado brasileiro na esteira do forte avanço dessas empresas no país. A Meituan, por exemplo, já anunciou investimentos de US$ 1 bilhão em sua operação de delivery no Brasil.
E-commerce
Shopee amplia seu poderio logístico no Brasil
14/05/2025- [addtoany]
E-commerce
Alibaba abre o cofre para aumentar sua estrutura logística no Brasil
18/11/2024- [addtoany]
O que se diz à boca miúda na área de e-commerce é que o Cainiao, braço logístico do Grupo Alibaba, planeja instalar mais dois centros de distribuição no Brasil. Um deles deverá ficar no Nordeste. O grupo, ressalte-se, já conta com uma unidade de armazenagem no país, em Campinas, ainda em fase inicial de operação. O gigante chinês tem feito seguidos investimentos em logística no Brasil para dar suporte à sua plataforma de e-commerce, a AliExpress. Recentemente, o Cainio fechou uma parceria com a Qatar Airways Cargo para lançar um voo charter semanal entre Hong Kong em São Paulo, com o objetivo de abastecer o Brasil com suas mercadorias.
E-commerce
Temu gasta mundos e fundos para ser curtida pelo brasileiro
8/10/2024- [addtoany]
A Temu é a sensação do momento na “Chinatown” do e-commerce brasileiro. Segundo informações apuradas pelo RR, a plataforma trabalha com a estimativa de fechar o seu primeiro ano no país com aproximadamente 30 milhões de clientes cadastrados. Em apenas dois meses de operação, os chineses já chegaram a 19 milhões de usuários no Brasil – conforme informou o Valor Econômico no último dia 26 de setembro. O que se diz no setor é que a Temu despejou um volume de recursos para gerar engajamento nas redes sociais sem precedentes na área de e-commerce, muito acima do que fizeram seus maiores concorrentes, como Shopee e Shein, no início das atividades no Brasil.
E-commerce
Santander desacelera seu investimento na Webmotors
28/08/2024- [addtoany]
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Shopee terá mais cinco centros de distribuição no Brasil
23/08/2024- [addtoany]
Na área de logística para e-commerce, a informação do momento é que a Shopee planeja a instalação de mais cinco centros de distribuição no Brasil até o primeiro trimestre do ano que vem. Ao menos uma das novas estruturas de armazenagem deverá ficar no Nordeste, onde os chineses já contam com dois complexos logísticos, no Recife e em Salvador. Em menos de dois anos, a Shopee já chegou à marca de 13 centros de distribuição no país.
E-commerce
Temu monta operação arrasa-quarteirão em sua chegada ao Brasil
13/08/2024- [addtoany]
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Temu chega ao Brasil com promessa de fartos investimentos
27/05/2024- [addtoany]
No fim da tarde de sexta-feira, correu em Brasília a informação de que a chinesa Temu fez chegar ao governo a intenção de investir na instalação de cinco grandes centros de distribuição em São Paulo, um investimento que poderia chegar a R$ 200 milhões. Entenda-se a mesura da comunicação. O gigante chinês do e-commerce, com faturamento global superior a US$ 60 bilhões por ano, está desembarcando no Brasil em um momento sensível, em que o Congresso ameaça derrubar a isenção para compras internacionais de até US$ 50.
E-commerce
Temu sai às “compras” nas plataformas da concorrência
19/04/2024- [addtoany]
A Temu, plataforma de e-commerce chinesa, está chegando ao Brasil com armas de alto calibre apontadas para a concorrência. O RR apurou que a companhia vem cooptando centenas de vendedores do marketplace da Shopee e da Shein. Ao mesmo tempo, já sondou dois executivos desta última, colocando um caminhão de dinheiro sobre a mesa. A Temu pretende dar a partida em sua operação no país no início do segundo semestre. Até o momento, a companhia tem chacoalhado o setor de e-commerce aonde chega. Nos Estados Unidos, por exemplo, já soma mais de 155 milhões de consumidores cadastrados em menos de dois anos. Por trás da Temu, está um dos maiores conglomerados de comércio eletrônico do mundo, o Grupo Pinduoduo, com valor de mercado de US$ 150 bilhões.