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A proibição à venda da sua participação na V.tal para o BTG empurrou a Oi para uma situação que já é vista como limítrofe pelo mercado e por seus credores. Sem os recursos da operação, estimada em R$ 4,5 bilhões, a empresa corre contra o tempo para preservar a continuidade de suas atividades. Segundo informações filtradas pelo RR, paralelamente à tentativa de derrubar a decisão judicial, a Oi trabalha com duas hipóteses: obter um financiamento emergencial ou convencer os atuais credores-acionistas a realizar um novo aporte. Ambas são muito difíceis, tratando-se de uma corporação que já está em sua segunda recuperação judicial, com um longo histórico de inadimplência e sob permanente risco de interrupção das atividades. A projeção apresentada pelo gestor judicial indica que a Oi poderá encerrar julho com apenas R$ 19,6 milhões em caixa. Sem uma injeção emergencial de recursos ou uma reversão do cenário, a companhia poderá não dispor de liquidez suficiente para manter regularmente suas operações a partir de 1º de agosto. Consultada, a Oi não se manifestou.