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A estratégia de negócio da H&M no Brasil prevê a montagem de um cinturão de fornecedores. A varejista de moda sueca pretende fechar parcerias com indústrias têxteis locais e aumentar gradativamente a sua produção no país. Em conversas reservadas, dirigentes da empresa falam em ter 100% do seu portfólio de vestuário fabricado no Brasil em até três anos. Pode ser, ainda que no setor poucos acreditem que a H&M conseguirá ser competitiva internalizando a produção de todo o seu catálogo. Ressalte-se que aproximadamente 80% das peças vendidas pela rede sueca em todo o mundo saem da Ásia, não apenas da China, mas também de Bangladesh, Vietnã, Camboja, entre outros. Depois de mais de uma década entre idas e vindas, enfim a gigante do varejo – com mais de quatro mil lojas e faturamento global de US$ 23 bilhões -, cumpriu a promessa de abrir sua primeira loja no Brasil, no Iguatemi, em São Paulo. Para este ano, estão previstas ainda mais três inaugurações, todas na capital paulista.