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Venture capital
Se a gestão de Alex Szapiro marcou a forte expansão do Softbank na América Latina, seu substituto, Juan Franck, assume o cargo no sentido oposto: sua missão é acelerar a redução do portfólio de investimentos do grupo na região. Segundo fontes ouvidas pelo RR, a ordem da matriz japonesa é transformar participações maduras em caixa, encerrando o ciclo de expansão agressiva inaugurado com o SoftBank Latin America Fund. O Brasil, que concentra a maior parte dos aportes do fundo na região, estará no centro desse processo. Os desinvestimentos devem atingir empresas emblemáticas do portfólio no país, como Quinto Andar, MadeiraMadeira e Creditas. Lançado em 2019 com US$ 5 bilhões e reforçado, dois anos depois, por um segundo fundo de US$ 3 bilhões, o SoftBank Latin America Fund transformou o conglomerado japonês em um dos maiores investidores de tecnologia da região. Ao longo desse período, o SoftBank aportou recursos em mais de uma centena de startups latino-americanas e hoje mantém um portfólio de cerca de 77 empresas.