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Futebol
A CBF junta os cacos e contabiliza as perdas com a eliminação da seleção na Copa do Mundo. Segundo estimativas internas, o hexa teria potencial para destravar uma nova rodada de receitas comerciais, entre bônus de patrocinadores, ativações publicitárias, royalties, licenciamento e venda de produtos comemorativos. No mercado, a estimativa é que esse efeito poderia representar algo entre US$ 70 milhões e US$ 190 milhões adicionais no ciclo pós-Copa, a depender das cláusulas contratuais e da capacidade da entidade de reprecificar a Seleção junto aos patrocinadores. A esse valor somam-se ainda as perdas com a premiação paga pela Fifa. O Brasil ficou com US$ 15 milhões pelo desempenho no torneio. Se tivesse avançado às quartas de final, receberia US$ 19 milhões, ou seja, US$ 4 milhões a mais. Uma chegada à semifinal elevaria a régua para pelo menos US$ 27 milhões, no caso de um quarto lugar, diferença de US$ 12 milhões em relação ao valor efetivamente embolsado. O título, por sua vez, renderia US$ 50 milhões, US$ 35 milhões acima da premiação brasileira. Talvez fosse o caso de dividir o prejuízo com Carlo Ancelotti, o treinador mais bem pago da Copa, com salário mensal superior a R$ 5 milhões.