Venture capital
Basf Venture Capital sinaliza saída silenciosa do Brasil
A transferência da gestão da Basf Venture Capital no Brasil diretamente para a matriz, na Alemanha, é interpretada no mercado como o início do fim da operação. Por mais que a multinacional diga o contrário, entre os gestores da área de VC há um forte burburinho de que o próximo passo dos alemães será a venda gradual das suas posições não apenas em startups brasileiras, mas também em outros países da América do Sul. A atuação do braço de venture capital do grupo químico deverá se concentrar na Alemanha, na China e nos Estados Unidos, não por acaso o tripé que assumiu a gestão do fundo em todo o mundo. Ressalte-se que, no caso do Brasil, nem haverá muito o que desinvestir. O Basf Venture Capital recuou sem sequer ter avançado. A participação direta mais relevante é na Traive, plataforma de crédito e gestão de risco voltada ao agronegócio, na qual liderou uma rodada de US$ 10 milhões. O VC é sócio ainda da Grão Direto, comercializadora de grãos, e aplicou cerca de US$ 4 milhões no AgVentures II, fundo administrado pela SP Ventures.
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