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O novo estádio do Palmeiras já é uma arena, não para jogos de futebol, mas para um embate entre o clube e a WTorre. O motivo é o atraso no cronograma do projeto. Por conta da instabilidade política gerada pelo afastamento do presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, a WTorre estaria temerosa em avançar com as obras antes da eleição presidencial do clube, prevista para janeiro de 2011. A diretoria e conselheiros do Palmeiras, por sua vez, acham que o buraco no gramado é mais embaixo. O receio é que a construtora não tenha equacionado o funding necessário para tocar o projeto, orçado em R$ 300 milhões.