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Sucess fee não é exatamente um termo que se aplique aos pagamentos feitos pela EMS a empresa de consultoria de José Dirceu – R$ 7,9 milhões entre 2009 e 2013. Nesse período, Dirceu prospectou parcerias para o laboratório farmacêutico em Cuba e na Venezuela, mas nenhum projeto saiu do tubo de ensaio. Ao menos, Carlos Sanchez, dono do EMS, tornouse um dos empresários do setor farmacêutico com maior trânsito junto ao governo.