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Venture capital
A Trace Finance está se preparando para disputar um negócio que cresce à sombra da internacionalização do Pix: servir de porta de entrada para fintechs, empresas de pagamentos e plataformas de criptoativos estrangeiras interessadas em operar no Brasil e nos demais mercados da América Latina. A estratégia é oferecer infraestrutura pronta para receber e enviar reais, processar Pix, realizar câmbio e liquidar operações internacionais com o uso de stablecoins. É essa a tese que está por trás da recente captação de US$ 32 milhões, cerca de R$ 162 milhões. A rodada Série A foi liderada pela CoinFund e reuniu fundos de venture capital como Coinbase Ventures, Valor Capital, Haun Ventures, Jump Crypto, HOF Capital, Polymorphic, SNZ Capital, Titan Fund, Kadan Capital, Clocktower, FJ Labs e Animoca Brands, entre outros. O mix de investidores é mais do que sugestivo do caminho a ser trilhado pela Trace, fundada por Bernardo Brites e Rafael Luz. Trata-se de uma coqueteleira de provedores de stablecoins, redes de blockchain e fundos especializados em ativos digitais. A startup já está presente nos Estados Unidos, México, Colômbia e Argentina e pretende abrir em Singapura sua base para a expansão pela Ásia-Pacífico.